16 Jan 2009

Decisões Intempestivas!

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Baixe Este Incrível Episódio(64 min)
As vezes, a minha vontade é sair por aí tacando fogo em tudo!
Eu leio cada absurdo, eu vejo cada coisa que é foda!

No podcast de hoje vamos dar algumas apunhaladas cruéis e furiosas na caretice, na burrice e no jumentismo do que?

Do que, do que, do queeee?

Autor de quadrinho nacional, é claro!

Olha o link pro download direto:

http://linkto.net/?134286085049708ff49395d2.97929254

De Autoria de Roberto Pereira as 6:35 AM |  25 comments  

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25 Comments:

Anonymous said...

Acabei de ouvir. Muito bom podcast BK!

É sempre bom ouvir essas coisas a respeito do quadrinho nacional para poder refletir sobre a situação desses autores que decaíram e obviamente partir para a ação.

Afinal, quem disse que não podemos aprender com o erro dos outros?

P.S.: Eu sou o Numar.

Friday, Jan 16, 2009 9:55:50 AM
Anonymous said...

Oi Zé,

Pequenas correções de data.
A exposição do Tezuka aqui no Brasil foi em 1984. Eu conheci você e o Peixoto em 1985. E Peixoto me levou pra conhecer o Tony lá por volta de outubro ou novembro de 85, lá embaixo do Roldão.
Acredito que a grande dica do Tony foi lhe revelada neste ano... você começou com a gente também, confere?

Abs

Friday, Jan 16, 2009 1:24:25 PM
Anonymous said...

Realmente sempre bom ouvir o podcast...

Puta merda vc tem razão, desenhando para os gringos vc tem 5 a 10 anos memso, a não ser que vc seja um BamBam Bam, tipo Brian Hitch da vida ou até mesmo o pouhha do Jim Lee que até hoje está aí.
Quanto aos brasiçeiros um ou outro está aí desde o início desse lance de agenciamento no Brasil, sempre indo e voltando se reciclando ( entre aspas) como o Roger Cruz que fopi foi foi depois de fodeu e hoje está de volta...
Mas que merda hein realmente o final dos desenhistas brasileiros é dar aula por merreca...que coisa...
Agora ele sempre se fode desde o começo hein, passar pela ArteComics é uma coisa horrivel, conheço um pessoal que passou pelo Crivo dos caras, ou do cara, o tal Joe Prado é que agência a molecada agora né, pois este segundo me contaram é um arrogante de primeira, destrata todo mundo e tudo mais, merda hein o cara ja inicia sua carreira sendo exculaxado por um sujeito que é um péssimo desenhista mas que tem o PUDER né, ele decide quem vai e quem não vai para os gringos...(estou falando de quem tenta essa pouhha de agenciamento e tals...)
Um podcast atras ae vc disse que conheceu essa parada da ArtEcomics, sempre foi essa putaria???

Mais uma vez parabens pelo podcast e pelo Blog/Site!!!!!!!!!!!!!!!!
Ass: LOXAS

Friday, Jan 16, 2009 4:24:35 PM
Anonymous said...

O Jim Lee realmente continua até hoje, mas já vendeu a empresa e os personagens pra DC, né. Tá trabalhando pra eles agora, mas pelo menos o dinheiro da venda deve ter sido razoável.

Friday, Jan 16, 2009 8:09:53 PM
Anonymous said...

andei lendo uns artigos por ai sobre os autores nacionais... realmente rola muito essa coisa de "endeusamento" do ego. Bom, será que alguem, do meio, alem de vc, ve como as coisas estão cagadas assim? Me informei em algumas editoras sobre publicações, e isso consta tambem: mande um trabalho fechado, começo meio e fim, e será meio caminho andado, se cair no gosto deles.
estou aprontando uma com seu mil nomes. me xingue depois. hahahaha! abraço!

Saturday, Jan 17, 2009 10:30:25 AM
Anonymous said...

Zé , no próximo podcast fale sobre como criar um plano de negócios para uma história em quadrinhos!

Saturday, Jan 17, 2009 11:12:10 AM
Anonymous said...

Concordo com o carinha aí de cima...

Saturday, Jan 17, 2009 1:37:29 PM
Anonymous said...

Concordo com ambos acima.

Saturday, Jan 17, 2009 11:47:05 PM
Anonymous said...

É uma observação interessante, BK. Refazer a idéia dos super-heróis. Chega de capa, chega de colantes, chega de esteriótipos baratos!!!

Sunday, Jan 18, 2009 5:48:32 AM
Anonymous said...

vale lembrar que isto é até uma tendencia no mundo dos quadrinhos... mostrar o super heroi do ponto de vista mais humano, sem prezar a aparencia externa. acho que o homem animal, do grant morrison, foi uma boa mostra do que da pra fazer com um personagem aparentemente banal, jogado no cotidiano e na vida real, dentro do universo DC. muito bacana, quem quiser conferir procure por ai aquelas edições da DC2000 antigas, ou na web mesmo. abraço.

Sunday, Jan 18, 2009 7:49:34 AM
Anonymous said...

BK, a pergunta que não quer calar:

Você faz aqueles ruídos repugnantes (quando fala que quer comer uma "xaninha nipônica" ou sobre as menininhas) com a boca ou com o cu?

Responde aê pro teu considerado!

Sunday, Jan 18, 2009 2:13:29 PM
Anonymous said...

Caralho! Tenho de parar de escutar seus podcasts no trampo! Teve partes que eu quase me rachei de rir aqui, hehehehe!
Muito bom! Ainda a muito o que fazer pra melhorar os quadrinhos brasileiros e pra começar só olhando as cagadas que tão sendo feitas e dar a descarga nelas.

Tuesday, Jan 20, 2009 8:03:31 AM
Roberto Pereira said...

Humildemente agradeço a todos pelas gentis palavras de apoio e prometo, sempre que for possível, aprimorar as idéias que apresento e amplia-las com suas sugestões e dicas.

Tuesday, Jan 20, 2009 6:49:55 PM
Anonymous said...

Zezão, com relação à obsolescência do traço de um desenhista: o que você diria de autores mais "cartunescos", como Sergio Aragonés (Groo) e Albert Uderzo (Astérix), que até hoje publicam e vendem bem sem terem mudado substancialmente seu modo de desenhar?

Até o próprio Merdício de Sousa mantém aquele traço "padrão" desde a revitalização dada pelo Aluir Amâncio, e continua vendendo - apesar do sucesso da "Mônica Jovem" (que nada mais é do que o padrão do traço da Tina com "olhos grandes, retículas e gotinhas"). Como você explicaria essas exceções?

Não sei se esse fenômeno do traço do autor ficar antiquado com o tempo ocorre em todos os casos, mas em todo caso achei que são perguntas importante pra se fazer.

Abraço!

Wednesday, Jan 21, 2009 7:04:55 AM
Anonymous said...

Sergio Aragonés e Albert Uderzo se enquadram na categoria dos que emplacaram suas próprias criações. Não são desenhistas pião-de-obra.

Wednesday, Jan 21, 2009 1:04:59 PM
Anonymous said...

acho que um dos problemas do roteirista/desenhista nacional, principalmente quem esta começando, é separar a parte "leitor" da parte criador/escritor da história. muita gente escreve querendo sentir o que obtem quando lê, e isso caga tudo. é preciso técnica tanto para desenhar quanto para roteirizar...

Thursday, Jan 22, 2009 9:24:58 AM
Roberto Pereira said...

Fábio, a questão não é exatamente o traço em si. Mas o que ele ilustra, o que ele representa.
Não é só o traço que se torna obsoleto mas, sim, todo o conceito da HQ, toda sua forma, seu formato, sua idéia, tudo.
Claro que há excessões como é o Aragonés e mesmo o Tintim, mas seus artistas alcançaram um estágio de distanciamento do esquemão. Alcançaram uma personalidade única que pode ou não leva-los à "eternidade" mas não é necessariamente o traço que os destaca.
É a HQ como um todo.
Mas perceba que o Aragonés ficou datado, junto com o Tintim, apesar de todos os méritos.
Mesmo o MALrício de Souza volta e meua fica obsoleto mas ele mesmo trata de buscar novas fórmulas, sejam estéticas quanto temáticas, de formato, de abordagem, etc.
Porém, mesmo a HQ mais datada e ultrapassada, mesmo o personagem mais caquético pode passar por um processo de REVITALIZAÇÃO.
Esse processo é fundamental para a recuperação do interesse dos novos leitores.
Asterix é um caso a parte porque ele, que nem o Tintim, é uma instituição. Ele é aceito do jeito que é e pronto pois alcançou um grau de EXCELÊNCIA!
Daí a genialidade de sua criação e concepção.
Mas mesmo o Asterix passou por mudanças. Basta ler suas primeiras edições e comparar com as mais recentes.
O que faz o autor ficar datado é a cabeça do cara: se ele se isola do mundo, se ele só pensa em termos de anos 60/70, só mesmo um cara de fora do esquema prá revitalizar o dito cujo.
Foi o que Alan Moore fez com Miracleman e Monstro do Pântano.
Pode funcionar, pode não funcionar mas o mais importante é esse DESEJO DE MUDANÇA!
Algo que praticamente não existe na HQ nacional aonde se descobre um "jeito" de fazer HQ...
E se fica nisso para sempre.
Tipo Laerte, Angeli, Emir Ribeiro, Claudio Seto, Malagola e tantos e tantos outros.

Thursday, Jan 22, 2009 11:34:49 AM
Anonymous said...

Eu me mijo de rir com suas palavras de incentivo, José... Tu deveria escrever um livro de motivação ao autor nacional com "EU QUERO QUE VOCÊ MORRA!" no título^_^!

Saturday, Jan 24, 2009 9:22:34 PM
Anonymous said...

Porra, mais engraçada que a voz do bebê foi a do Emir Rameiro: "Ah, minha Velta!" hahaha

BK, sobre o livro dos Elementais que vc mudou o titulo pra Pedro a pedido do seu Editor. Eu achei bacana, mas ao meu ver eu acharia que um livro chamado somente ELEMENTAIS iria parecer uma coisa séria demais, acho que a criançada não ia se interessar. Mas somente PEDRO iria ser um pouco comum. Porque não colocar PEDRO e os Elementais (como praticamente um subtítulo)? Eu acho que não ficaria tão normal e teria um ar misterioso. Que tu acha?

Monday, Jan 26, 2009 5:58:37 PM
Anonymous said...

BK primeiramente parabéns pela iniciativa, kra eu não te conhecia direito entretanto hoje tenho que admitir que vc realmente fala coisas que tem que ser consideradas, concordo com muita coisa que vc fala mas infelizmente a maioria dos quadrinheiros nacionais são muito limitados para compreender a sua mensagem que apesar de ter uma forma chula carrega em seu bojo a mais cristalina verdade da nossa mediocridade cultural, VC FAZ AQUILO QUE O BLENQ SE TIVESSE CABEÇA DEVERIA FAZER PARA DEFENDER E LUTAR DE UMA FORMA REAL PELAS NOSSAS HQS,claro que é importante manter a memoria dos antigos autores como o Flávio Colin,Colonnese,etc mas os kras ja deixaram o seu recado e se foram, agora cabe a nós levar o bastão adiante e fazer uma história melhor para as futuras gerações e ao mesmo tempo construir um mercado para isso, como diz vc criatividade,inovação, bussines,exelência, são fundamentais para isso.

Mas vc é uma voz que clama no deserto meu amigo, a maioria dos quadrinistas é limitada intelectualmente para compreender as suas intenções, e quem não é limitado é meio viadinho e se escandaliza com o seu jeito tosco de ser, afinal estamos falando de gente que se leva muito a serio como pessoa e como artista mas não consegue ver hq como um negocio, um entretenimento que tem que dar lucro para quem faz, desse jeito fica foda!

Acompanhei um pouco as suas conversas com o Gon da NHQ, a hq do Crânio parou de ser feita e eu fico aqui pensando se ele tivesse te dado realmente ouvidos,a coisa poderia ser diferente, e é por isso que eu faço coro com o pessoal, no proximo podcast fale um pouco de como criar um plano de negócio,de como inovar, fale mais também de como fazer um marketing eficiênte etc, e não desista porque vc tem nos ajudado a ver as coisas de uma forma um pouco mais ampla!

Fala Derci!!!

Abraços (por trás)

Friday, Jan 30, 2009 12:52:25 PM
Anonymous said...

Phoda dimais! Continue sempre!!!!

Tuesday, Feb 10, 2009 9:28:19 AM
Roberto Pereira said...

Quando a gente faz um livro, sempre se esquece que tem um camarada que manja dele tanto, ou mais, que a gente: é o editor.
Eu tenho uma concepção do livro de um jeito, mas é o editor quem vai indicar o que pode ser melhorado na minha obra.
Por isso que eu deixei de lado o nome "Elementais" e usei apenas o "Pedro" pois o editor indicou essa mudança estratégica como um importante aprimoramento na adequação do livro ao atual momento do mercado editorial.
Mas, se dependesse de mim mesmo, eu não colocaria título nenhum!
Só o desenho da capa diz tudo e foda-se!
O subtítulo complica porque o leitor comum entende que pode ser um volume de uma coleção.
Daí ele não compra e eu tomo no cu!

Sunday, Feb 22, 2009 3:58:28 PM
Roberto Pereira said...

O problema do Blenq é um só: ele mesmo.
O cara foi atrás de publicar seu zine, se aliou a um monte de gente, está tendo sua exposiçãozinha...
Mas a MERDA é que é ELE que está cuidando das coisas, sacou?
O cara não sabe escrever, não sabe criar um roteiro e, pior, não tem um pingo de originalidade.
Eu acho que o Blenq é uma versão mais "speed" do peixoto: os dois não tem o menor talento prá coisa alguma, mas sempre descolam alguém prá lhes fazer as coisas...
E fracassam.
Não que o sucesso seja algo simples: nunca foi, nunca será.
Mas eles não querem sucesso de verdade, sacou? Eles querem é fazer apologia de suas idéias de jerico e mais nada!
O autor nacional é isso, um camarada que só quer fazer barulho sem maiores interesses, desde que venda seu fanzininho.
Beleza, direito dele.
EU NÃO!
Eu quero é que meu livro vire animação ou filme da Disney! Si fudê autor nacional, vá à merda esse derrotismo do caralho! Eu quero a Toei animando o Mil Nomes, quero canadense bancando os Elementais!
EU QUERO GRANA, MEU AMIGO!
QUERO AS COISAS ACONTECENDO!
Mas não preciso me prostituir feito uns e outros e nem desabar pro delírio egocêntrico!

A bagaça precisa dar lucro mas o lucro não significa que você virou um Jim Lee...
E se voê virou, QUAL O PROBLEMA???
É muito legal fazer quadrinhos, então porque não fazer quadrinhos GANHANDO DINHEIRO COM ISSO???

Caralho, esses caras tem nojo de dinheiro, mano!

Sunday, Feb 22, 2009 4:04:25 PM
Roberto Pereira said...

O próximo podcast é sobre plano de negócios.

Se o Gon da NHQ fosse esperto, teria me puxado num canto e aplicado minhas idéias nas coisas dele.

Mas ele é muito BURRO, cara!
Só pensa naquela porcaria de Crânio, aquele design plagiado da DC e o símbo dos Incríveis no peito!
QUALÉ, MANO????
Com uma idéia dessas ele nunca vai sair da sarjeta!
Por mais que ele desenhe bem, TÁ ERRADO O PERSONAGEM! Tá errado o design, o roteiro, a concepção, o formato, tudo!
TUDO!
E eu disse isso prá ele, mas o cara é cego, surdo e alienado. Azar o dele!

Sunday, Feb 22, 2009 4:07:44 PM
Anonymous said...

porra, zé roberto, drum'n'bass já é datado faz uns dez anos!

Tuesday, May 05, 2009 1:53:40 PM

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Roberto Pereira
Sao Paulo, SP

Editora Nova Cultural: Colaborador do Guia de Vídeo Nova Cultural.

Editora Ninja: Editor de revistas de Histórias em Quadrinhos.

Editora Sampa: Dezenas de revistas de Histórias em Quadrinhos, revistas pôsteres e livros diversos (culinária, contos, etc)

Editora Magnum: editor da revista “Animax”, editor da revista de Histórias em Quadrinhos “Hyper Comics”

Editora Escala: editor da revista “Como Desenhar Mangá – Roteiro”; editor de revistas de Histórias em Quadrinhos, revistas informativas, revista de games adultos, livros de contos, livros paradidáticos, etc.

Editora Fittipaldi: editor de livros sobre manutenção de computadores, colaborador em revista sobre vídeo-games Editora e Distribuidora Show Vídeo: assessoria de Imprensa para o mercado de Home Vídeo

Edição e Produção da revista “Stiletto”; produção de rótulos, capas, mala-direta, produção de cartazes, anúncios, resenha de filmes, licenciamento de filmes, contratação de ilustradores, etc.

Editora Mythos: produção e seleção de material licenciado e revista de Histórias em Quadrinhos; edição da revista MAD (seleção de material, contato com ilustradores).

Editora Guia Nikey (Japão): edição, Produção e Criação da revista mensal Guia Nikei, serviços de “web reporter” (fornecimento de texto, pauta, matérias, fotos, etc)

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